Stories: como esse recurso mudou a minha vida

Com certeza você já usou ou usa o Snachat, Instagram, WhatsApp e afins. Se sim, já deve ter percebido as benditas histórias. Pra alguns, stories é a coisa mais chata do mundo, já pra outros foi a forma de conectar-se melhor com as pessoas, mostrando um pouco do seu ~maravilhoso~ dia a dia. 😎

Pra felicidade das #DriNation, sou do time que adora postar aleatoriedades sobre a minha vida. Ao acordar temos foto do treino, depois vem vídeos de algo que tô aprontando, mais pra frente respondo alguma dúvida e assim o trem anda até o “boa noite, meninas!”. Tudo sem roteiro. Naturalmente mesmo. 📱

Porém, se você conhecesse o Adriel de 2011, aquele adolescente totalmente inseguro e cheio de traumas, com certeza repararia no quanto mudei. Jamais aquele menino seria capaz de pegar um celular/câmera e se filmar. Falar besteiras publicamente? Hahaha! Nem se fosse obrigado.

A verdade é que mudei muito nos últimos tempos, e grande parte dessa evolução veio através dos stories; quando realmente aceitei meu peso, minha cor, minha orientação sexual e afins. Claro que no início foi complicado. Muito mesmo. 😥Comecei stories apenas com foto. Como poucas pessoas me viam no Snapchat, parti pros vídeos fazendo umas graças. Quando fui acordar pra realidade, centenas de pessoas estavam do outro lado da tela esperando por mais graça, animação e tals. Achei aquilo uma loucura, e claro que amava receber milhares de mensagens por dia. (Não sou uma Thaynara OG da vida, mas juro que me sentia famosinha todo dia!).

O bagulho foi tão louco que as pessoas, na faculdade, começaram a falar comigo. Gente da minha turma (que nem olhava na minha cara) me elogiavam… Agora imagina aí: eu, totalmente tímido, era a alegria de pessoas que eu super admirava. Muito louca a vida.

Como já disse inúmeras vezes, sou completamente tímido. Ou seja: stories nas redes sociais foi a forma de eu deixar um pouco a vergonha de lado. Mas só um pouco. Confesso que ainda tremo quando estou diante de muita gente.

Sim: vídeos se tornou não só passatempo, mas trabalho. Tenho que divulgar parceiros, empresas e tals. É um pouquinho complicado, mas tem horas que é tão prático, sabe? Melhor do que vir aqui no blog escrever textão. 📑✍ (Claro que não troco a escrita por vídeos, mas sou muito grato às pessoas que me assistem diariamente nas redes sociais. Saber que elas estão ali curtindo o que faço é tão maravilhoso. A gente se sente estrela global vencedora de Oscar. #loucasempre) 💙💛

Não vou dar dicas pra quem tá querendo inovar e fazer histórias interessantes, porque a linda da Thami já se deu ao trabalho de produzir um post maravilhoso. De nada. 😘
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Nunca esqueça de usar perfume, siá!

Sou aquele tipo de pessoa neurótica com limpeza. Casa, roupa, corpo… Tudo tem de estar perfeitamente perfumado e no seu devido lugar. Contudo, há dias em que fica complicado colocar ordem na bagunça, devido à quantidade de afazeres e a correria do dia a dia, concorda? 👍👎

A coisa piora quando tu tem problemas pra lembrar de tudo o que tem pra fazer. No meu caso, sou virginiano daqueles que anda com bloquinhos nas mãos criando listas, pois sou como a minha mãe: só não esqueço de procurar gordices pra comer, já o resto…

Resolvi tocar nesse assunto porque, infelizmente, às vezes esqueço de passar perfume. É, eu sei, é um assunto polêmico, mas… Vamos contextualizar! 😉

Quem me conhece pessoalmente sabe que eu sou #aloka dos perfumes. Pra tu ter noção, um frasco ~geralmente não dura mais do que um mês~ nas minhas mãos. 😵

Justificativa: na minha mente o produto só funciona quando eu sinto o aroma, e pra isso acontecer tenho de borrifar umas 80 vezes ou quase isso. #loucasempre Se não sinto o cheiro, é porque ainda não é o suficiente.

Ou seja: me banho de perfume. Uso tanto o troço que todo mundo sabe quando estou por perto, logo, antes mesmo de chegar na rodinha de amigos eles já vão acenando à quilômetros. 👏👎Agora que tô na era fitness, estou usando mais perfume do que nunca. Durante a caminhada matinal eu uso um bocado, nos treinos à tarde mais um pouco, na faculdade (à noite) vai mais… Conclusão: as empresas de cosméticos devem amar consumidores como eu.

A parte chata é que também esqueço de usar perfume. Isso acontece quando estou atrasado, então, evito o máximo possível ter pouco tempo pras minhas produções. Passei até a levar pro banheiro todos os meus produtinhos pra passar por lá mesmo, só assim evito aborrecimentos. 😍

E meninas, quando esqueço de passar perfume, me sinto a pessoa mais porca desse mundo. Mesmo tendo usado creminhos e bla bla bla, continuo me achando horrível. Esses dias um contato profissional me parou durante a minha caminhada matinal… Advinha quem havia esquecido de usar o dito cujo? Me despedi rapidamente dizendo que iria correr um pouco. 😜😊

Não sei se é doença, TOC… o que é sei é que me incomoda pra caralho não me banhar de perfume todos os dias. 😘

 

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O jogo

A primeira vez em que o vi foi numa festa. Mais uma daquelas badalações gays, onde o foco de todos era beijar. Como sempre, fui na intenção de conhecer novas pessoas e, quem sabe, conquistar mais um contatinho pra lista de decepções.

Ao chegar ao evento, avistei-o junto com o seu namorado. Eles estavam na portaria, sorrindo, felizes. Um casal maravilhoso. Confesso que a minha primeira impressão foi do tipo “uau, que lindos juntos!”. Pessoalmente nunca havíamos nos visto, mas sabíamos da existência um do outro por termos amigos em comum. Nessa festa trocamos um ou dois olhares, e só.

A segunda vez que o vi foi no shopping. Novamente, ele e o namorado estavam juntos, no cinema. Por escolha do destino (?) ou não, entramos na mesma sessão. Ele ficou na poltrona ao meu lado. Nada aconteceu entre a gente. Dessa vez, nem troca de olhares.

A terceira vez também aconteceu. Novamente no cinema. Subimos no mesmo elevador e foi ali que percebi que ele deu em cima de mim. Ele apertou meu peito, meu traseiro, me abraçava de um jeito estranho… Fiquei desconfortável, pois eu tinha muito respeito pelo casal, afinal, até li éramos amigos.O jogo virou e não sei se foi à meu favor. Eu e o Armando nos aproximamos. Mais do que o normal. Ele foi estudar na minha faculdade, grudou em mim querendo a minha companhia nos primeiros dias (pra não se sentir sozinho)… E foi a partir daí que surgiu uma conexão, que começamos a nos olhar ainda mais estranhamente.

Mensagens rolavam o tempo todo, a toda hora. Confesso, era ótimo ser surpreendido com textos e áudios picantes. Aquilo me despertou uma curiosidade em conhecê-lo melhor, mais profundamente.

A saída entre eu e ele rolou. Sozinhos fomos caminhar no parque. Era uma noite estrelada, disso não esqueço. Em um determinado momento, sentamos para descansar. Ele se apoiou sobre as minhas pernas, começando a percorrer o meu corpo com as suas mãos. Foi intenso.

Quando já não mais aguentava, ele percebeu o quão excitado estava. Armando sabia que eu tinha uma queda por ele, por isso me levou até o seu carro para “passearmos” pela cidade. Paramos num mirante e lá a coisa rolou. A nossa primeira vez juntos aconteceu.Depois do sexo, olhamos um para o outro com muito medo. O que fizemos era errado, mas… sabe quando o errado é bom? A nossa conexão era maravilhosa… Ele completava uma parte que faltava em mim e eu, claro, mesmo inseguro tentava ser o suficiente pra ele.

Porém, não fui.

Após a primeira noite juntos, ele sumiu. Na desapareceu totalmente. Ele continua curtindo as minhas fotos, comentando e me cumprimentando na faculdade. Mas aquele fogo que existia entre a gente acabou, pelo menos da sua parte. Ele tornou-se frio, indiferente…

Estou me sentindo num jogo, onde tenho de ceder um pouco pra vencer mais na frente. Só não sei quanto tempo continuarei assim. Quero gritar, esmurrá-lo… Quem me provocou foi ele. Eu estava quieto, no meu canto. Mas deixa… Se me chamou pra luta, agora vai ter de aguentar até o fim. O karma volta e dessa vez ele vai funcionar direitinho com Armando. Ah, vai! Não me apaixonei à toa. Não mesmo. 

*texto totalmente fictício 

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