Dona Miúda: mulher guerreira e batalhadora

Dona Miúda era uma senhora de 82 anos que faleceu em novembro de 2010.  Ela representou – e ainda representa-, uma parte da história do artesanato do Estado do Tocantins, especificamente o capim dourado. Sim, aquelas bijuterias cuja cor lembra as jóias de ouro.
Na última quarta feira (24), o Jornal do Tocantins publicou uma matéria que intrigou alguns leitores. Isabelle Bento foi à responsável por conduzir a excelente reportagem.  O cineasta, documentarista e apresentador do CBN Tocantins, Marcelo Silva, também contribui com imagens.
A filha da Dona Miúda, Evanil Matos Silva, disse que “até hoje a família não conseguiu fazer um túmulo para a mãe”.
Evanil Matos, conta que está desempregada e que procurou governadores, prefeitos, enfim, as “autoridades competentes” – que não estão cumprindo as suas devidas obrigações.
Uma coisa que chama atenção no caso é a falta de interesse da imprensa. Quando Dona Miúda era viva, todos a tratavam bem, até documentário foi filmado. Aproveitaram da sua imagem para ganhar dinheiro.

“Outro desejo da filha é a transformação da casa de Dona Miúda em um museu. A intenção de Evanil Matos era aproveitar a casa e todo o mobiliário para eternizar a memória da história da mãe.”

Abaixo, veja o quanto o Ser Humano é desprezado:

 

1 Comentários

1 Comentário em "Dona Miúda: mulher guerreira e batalhadora"

  1. Naadaby diz:

    =.| nossa q desprezo, isso eh injusto!