Motivos para você ver “A barraca do beijo”

No último fim de semana assisti à mais um filme original da Netflix. Poderia ser só mais uma produção bobinha, mas super me enganei! “A barraca do beijo” é simplesmente aquela história que deixa a gente ansioso pelo final.

Há tempos não via dramas-adolescentes! Nem preciso dizer eu estou até agora stalkeando os atores, né? É que quando curto muito um trabalho, gosto de ficar olhando o que os atores andam fazendo e imaginando que ali não é o ator, e sim o personagem. E neste caso, o casal principal do filme são namorados na vida real! #todospiram

A barraca do beijo 🎬

No dia 11 de maio de 2018 chegou ao catálogo da Netflix o filme “A barraca do beijo”. A história gira em torno da adolescente Elle, seu migo Lee e o irmão mais velho dele, o maravilindo Naoh. 😍

Elle é miga do Lee desde sempre. Eles cresceram juntos, dançam juntos, comem juntos e comemoram o aniversário na mesma data. Eles são BFF do tipo que criam regras que ~jamais~ devem ser violadas.

Em determinada parte da história, Elle acaba se apaixonando pelo irmão de Lee. Porém, dentre as milhares de regras que eles criaram, uma delas é: Elle não pode se envolver com Noah. É a partir daí que surge todo o drama da história!

Ficamos o filme inteiro suspirando pelo charme do Noah e com inveja da Elle.  Ela tem sorte pra caramba (não só na ficção, mas também na vida real, já queles namoram e tals). Fuçando na internet, descobri que o Noah (Jacob Elordi) tem ~apenas~ 1,91m. Queria muito escalar esse poste!!! #putasempre

Não vou dar spoiler sobre a origem do nome do filme. Nos minutos iniciais o lance já é explicado!  Também não irei falar que eu shipo muito o casal e estou apaixonado pelo Jacob Elordi. Apaixonado pela beleza, corpo e sotaque australiano. Já até escrevi uma fanfic pra ele.  Hahahaha.

Enfim, quando tiver um tempinho sobrando, assista ao filme. Acho que você vai adorar! 😉

Infos importantes

Nome: “A barraca do beijo” –  (“The Kissing Booth”, título original)

Duração: 1h45m

Data de lançamento: 11 de maio de 2018

Distribuidor: Netflix

Sinopse: “Melhores amigos desde sempre, Elle (Joey King) e Lee (Joel Courtney) têm a inventiva ideia de gerenciar uma barraca do beijo durante um evento da escola. Para fazer da proposta um sucesso, a garota tenta convencer o galã Noah (Jacob Elordi), seu crush e irmão mais velho de Lee, a participar da brincadeira. Ele mostra-se irredutível, mas os dois acabam se aproximando como nunca, o que estremece a amizade de Elle e Lee.” (Crédito: Adoro Cinema)

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Mais do que amigos – Parte 1

Confesso que eu sempre olhei para ele com desejo de não ser apenas uma amiga. Gostava de sua companhia, claro, mas minha mente pedia mais, muito mais. Meus lábios queriam beijos ardentes, enquanto as mãos desejavam tocar aqueles músculos enormes, que ficavam excitados a qualquer momento do dia.

Noah era aquele tipo de amigo-protetor, que ficava ao meu lado sempre que podia. Às vezes, ele gostava me provocar, fazendo piadinhas para me irritar. Mas, quer saber da verdade? Eu o achava ainda mais sexy! Qualquer coisa que ele fizesse, eu estaria na plateia para aplaudi-lo.

Nunca esqueço da primeira vez em que o vi. Eu estava caminhando pela praça de alimentação da escola, sozinha e sem rumo. Ele foi a única pessoa que saiu de onde estava para me cumprimentar e apresentar a cantina. Não foi paixão à primeira vista, mas ele realmente é atraente. E não é só a beleza que me chamou a atenção!

O Noah tem um sorriso maravilhoso. Suas covinhas já me ganhariam facilmente, mas a coisa vai além! Ele era amoroso, atencioso, preocupado e pau pra toda obra (sem trocadilhos, por favor!). Foi durante as milhares de mensagens que trocamos de madrugada que aprendi a me amar mais um pouquinho… É que eu tinha complexo de inferioridade.

Durante uma festa na casa do Noah, acabei bebendo mais do que deveria e dormi na sua cama. Não sei como fui parar lá, só sei que no outro dia acordei com ele ao meu lado. Acho que foi a partir dali que percebi que queria poder beijá-lo e não ser apenas uma amiga.

Na minha mente era impossível o Noah se apaixonar por mim, então, continuei no meu canto, nutrindo um sentimento-estranho, ao qual nunca senti antes. Ele continuava sendo amigo e presente. Tudo normal, aparentemente.

Chegou a época do Halloween e lá estava eu vestindo uma fantasia qualquer pra não chamar muito a atenção. Noah não foi fantasiado, mas passou na minha casa pra me buscar, já que meus pais viajariam mais tarde e me deixaria sem carro. Ele também se ofereceu pra me fazer companhia quando chegássemos da escola. Eu aceitei, pois tenho medo de ficar em casa sozinha.

A festa na escola foi normal. Todo mundo dançando, bebendo um pouquinho e curtindo a noite. Na hora de ir embora, eu e Noah passamos no MC Donald pra comprarmos comida. No caminho de volta pra casa, comecei a cantar uma música da Nathasha Bedingfield. A música escolhida era a minha preferida: “Love Like this”.

– Você já teve um grande amor, Ellie? – Noah soltou essa pergunta no ar, como se não não se importasse com o que dizia.

Demorei alguns segundos pra raciocinar e responder com coerência à pergunta. Soltei apenas um “não, infelizmente”, pensando que seria o suficiente.

– Eu já tive um grande amor. Na verdade, ainda tenho. Uma pena que a garota nunca percebeu. Ela pensa que eu sou só amigo. Dói pra caramba isso, Ellie. – disse ele

Juro que não sabia o que responder e só soltei um “ok”. Não estava preparada pra ter aquele tipo de conversa com o garoto que eu tinha uma queda. E se ele dissesse que gostava de alguma amiga? Não, não. Não queria passar por aquilo.

– Gosto de você, Ellie! Mas, tudo bem! Há um tempo entendi que você quer só amizade mesmo. Naquele outro dia em que ficou bêbada lá em casa, a gente se beijou e você disse que eu era um idiota. Fiquei sem entender.

Fiquei extasiada quando soube do tal beijo. Como assim eu havia ficado com ele? Será se rolou sexo no meio? Dizem que uma mulher sente quando o seu corpo está mudando, e é verdade que eu já estava sentindo algumas coisas estranhas em mim. Mas, será mesmo se o Noah foi capaz de me abusar?

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A leitura e reflexões

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No momento, estou lendo o livro de uma carinha famoso na internet. Gosto muito dos seus escritos, modo de agir e pensar. Claro, tudo isso com base no pouco que conheço dele. Sinceramente, este está sendo a melhor leitura deste ano!

Eu e esse carinha somos parecidos em algumas coisas, tipo: amamos pop, tatuagens, escrever, ler, estar ao lado dos amigos e conhecer novos lugares. Porém, sempre pensei que tínhamos mais coisas em comum, conexão de alma mesmo, sabe?

Lendo o seu livro (o terceiro já publicado, vale ressaltar!), percebi que eu e o dito cujo somos sensíveis ao extremo, nos doamos 100% a um relacionamento e não aceitamos menos do que realmente merecemos.

Sofremos bastante por amor e, sério!, sei que iremos quebrar muito a cara até acharmos nossas almas gêmeas (?). Aparentemente o carinha já arranjou um mozão, já eu… Continuo sem ninguém e sem previsão de um novo amor surgir por aqui. E eu tô bem!

Na verdade, o livro do tal escritor me incentivou a mandar mensagens pra um carinha que conheci através do Tinder. (Ok, ok. Eu sei! Essas coisas de aplicativos nunca dão certo e bla bla bla. Mas, e se rolar algo bacana entre eu e esse menino? Pois é, cá estou eu criando expectativas!).

Mandei um “oi” pro menino e recebi um “oi” de volta, além da aceitação do meu pedido de amizade. Isso já é um indício de que as coisas tão bem entre a gente, certo? Enviei novas mensagens pra saber como o guri tá e tals. Se vou receber resposta? Só o tempo dirá.

O que quero dizer é que o leitura do livro-do-escritor-famosinho me despertou um desejo enorme de conhecer novas pessoas, seja pra namorar ou só ter mais um contato na lista telefônica. Acho até que o relacionamento do carinha tá me inspirando a ter um também!

Enfim… Estou amando o livro que estou lendo e é isso o que importa. Talvez, qualquer dia desses, eu dê um pulo em São Paulo pra conhecer o escritor pessoalmente. Quem sabe a gente não se torne amigos também, né? A vida é louca e tem dessas de surpreender-nos. E eu ficaria tão feliz se algo do tipo acontecesse! As reflexões seriam pessoalmente e ainda mais incríveis!

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