Motivos para você assistir ao filme “Me chame pelo seu nome”

No início deste ano, mais especificamente dia 18 de janeiro, chegou aos cinemas brasileiros o filme “Call me by your name” (Me chame pelo seu nome, em português). A produção é baseada no livro de mesmo nome, produção original de  André Aciman.

Tanto o livro quanto o filme estão fazendo muito sucesso pelo mundo inteiro, principalmente depois de vencer a categoria de “Melhor adaptação”, no #Oscar2018. Pudera, né? A história é maravilhosa e eu sou suspeito pra falar sobre. 💖

“Call me by your name” é aquele longa que tem tudo o que a gente gosta: cenários lindos, looks incríveis e atores muito bons. Junta tudo isso aí + um roteiro bem adaptado = perfeição. Não é exagero da minha parte! As 2h do filme passam rápidas demais; a gente nem vê o tempo passar.

Relacionamentos

“Call me by your name” conta a história de Elio (adolescente) que se apaixona por Oliver (grandalhão). Só que Oliver também se apaixona pelo mais novo e isso não tem um resultado muito bom. É justamente por tudo não terminar muito bem que faz o filme ser incrível! A produção tinha tudo pra ser clichê, mas o desfecho é lindo, mostrando que maturidade é algo que todo mundo deveria ter, independente da idade.

Outra coisa que a gente aprende é que, às vezes, relacionamentos têm prazo de validade. E mesmo chegando ao fim, eles podem ser incríveis; nem sempre durar pra vida toda significa que o casamento/namoro foi legal. Manter consigo as boas lembranças do que passou é a melhor coisa a se fazer… Cultivar mágoas não resolve nada!

Descobertas

O filme também aborda uma questão muito presente na vida dos adolescentes ou até mesmo de pessoas adultas, que ainda não estão esclarecidas quanto à própria sexualidade.

Elio tenta ficar com uma menina, mas percebe que a coisa não é tão simples assim. Na verdade, ele sente mais atração pelo Oliver do que a menina. Daí vem o medo de ser descoberto pelas pessoas, o que os outros pensarão sobre sua orientação sexual… É mais ou menos o que muita gente passa hoje, quando ainda está “dentro do armário”.

Mais do quem drama, “Call me by your name” é um filme pra gente refletir sobre aqueles amores que passam por nossas vidas, deixando marcas profundas que só o tempo pode apagar. É uma história linda, fofa e que merece ser vista por todos, sem exceção. Hétero, gay, bi… Todos!

Se você puder tirar um tempinho, veja o filme. Tenho certeza de que não vai se arrepender! 😉

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Amores de verão

Quem nunca teve um amor de verão, daqueles que traz a esperança de que, sim, o amor é lindo? Impossível alguém não ter vivido algo do tipo. Se você nunca passou por essa experiência, sente aqui e vamos conversar mais sobre. 😜

Os amores de verão surgem de forma inesperada, demostram ser “para o sempre”, quando, na verdade, tem uma data mais do que certa pra acabar. O casal decide que é hora de dar tchau e tudo fica por isso. Só que nem sempre ambas as partes concordam com essa decisão, daí surge o sofrimento/solidão/amor platônico. ❤

Os amores de verão nos deixam bobos, lelê da cuca e aumentam ainda mais a nossa ansiedade. Um encontro deixa de ser um encontro, tornando-se pra gente o maior evento do século. E não é exagero! 🙈

Mesmo a pessoa dando todos os sinais de que será passageira na nossa vida, a gente fielmente acredita que ela ficará por um bom tempo, que agora é pra valer. Contudo, como toda paixão, chega a hora em que as máscaras caem, a verdade vem à tona e, mais uma vez, o nosso coração é partido. 💔

Olha… Não é pra qualquer um sofrer várias vezes por amor e mesmo assim continuar acreditando no sentimento. Mas, é aquela coisa: assim como os amores de verão passam rapidamente, as feridas causadas por outrem também são curadas em pouco tempo. 🕘

O lance é não deixar o medo destruir os nossos objetivos! Dizem por aí que quem busca algo com muita insistência, acaba conseguindo. Se a vitória não vir, paciência! Nem tudo vai ser do jeito que a gente deseja… Os amores de verão provam a cada dia essa máxima! 😘

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Talvez eu esteja louco…

Ouvindo “Breath Low”, da Alesha Dixon

Faltam poucos minutos pro fim do expediente! Tenho muita coisa pra fazer… Muitas do tipo muitas mesmo! Relatório mensal, atualização de banco de dados, monitoramento das redes sociais… A lista é imensa e eu não estou nada preocupado. E não estar preocupado faz eu ficar preocupado! 😛

Mas eu não quero escrever sobre isso. Triconto sobre tretas no trabalho em outra oportunidade. O que preciso desabafar é sobre a minha fissura pelo D. Tá piorando a cada dia as coisas por aqui. Deixa eu contextualizar…

Quando conheci o D., eu trabalhava na empresa x. Um ano após o D. ir embora, acabei saindo da empresa. Agora, 4 anos após toda a treta, voltei a trabalhar na empresa x, porém, o meu contato com D. não retornou. Na verdade, o D. finge que eu nem existo. E eu entendo.

Não houve absolutamente nada entre eu e o D. Por que ele pensaria em mim ou viria conversar comigo? Não há motivos! Não fui especial pra ele. Nem como amigo.

Pensar sobre o meu não-relacionamento com o D. me deixa mal. Muito mal. Eu gostaria de saber como fazer pra esquecê-lo. Da internet eu já aprendi: apenas parar de procurar por novas atualizações nas redes sócias. Mas, e da mente? Como fazer pra não pensar nele, na época em que o conheci?

Tô amando o meu trabalho. De verdade. Faço as coisas que gosto, sem pressão e bla bla bla… Mas esse lugar me lembra ele. Me lembra da época em que eu ficava esperando por mensagens no celular, marcações de rolês e tals.

Tô caminhando pra casa dos 24 anos, mas pirando a cada dia. Crise de ansiedade, medo, medo, medo e mais medo. Olha, D., gostaria nem de ter te conhecido.

Affão.

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