Sem wishlist dessa vez… 

Faltam exatamente um mês pro meu aniversário de 23 anos! Quando penso no ciclo que está chegando ao fim, percebo o quanto eu cresci quebrando a cara. Amigas, a vida ensina demais com as rasteiras que nos dá, basta abrirmos os nossos olhos para enxergarmos perfeitamente a realidade. Vai por mim! 😉

Para mim tem sido bastante assustador perceber que cresci. As brincadeiras bobas (leia-se inocência) estão dando abertura à uma pessoa que ainda estou conhecendo. Eu sei, é complicado lidar com o autoconhecimento.

Em meio a tanto amadurecimento, decidi que não quero aniversário e nem receber presentes neste ano. O que preciso mesmo é cumprir 3 metas  importantes, para chegar em 2018 me sentido realizado e de bem com a vida. O motivo é que as minhas wishlists são utópicas, contendo desejos que já não condizem com a minha realidade (tipo encontrar um mozão ou reencontrar ex!).

Em primeira mão, apresento agora as 3 metas que preciso cumprir em um ano. Vamos lá? 😊

 Emagrecer + exercitar a autoaceitação: 

Todo mundo vive insatisfeito com o próprio corpo, né? Comigo não seria diferente! Só que fiz um propósito de emagrecer saudavelmente e aceitar a minha atual situação. Chega de me olhar no espelho e ficar criticando a aparência, encontrando defeitos em tudo. Chega!

Solucão: Quero continuar as minhas caminhadas diárias, comendo bem e, no futuro, voltar a malhar pra ter o corpo que sempre desejei.

 Focar na faculdade + exercitar a positividade 

Estou no último período da faculdade: isso quer dizer que lá vem TCC, exame da OAB e tals. A coisa piora ainda mais pra mim pelo simples de que tenho algumas (várias!) matérias pra pagar. Infelizmente, não me dei bem com Processo Penal e afins da área criminal. Sendo assim, quero pensar positivo pra atrair boas energias pra minha vida, pois não será fácil ver os amigos se formando e eu ficando pra trás. 🙁

Solução: Providenciar o TCC com urgência, fazer os cursos de dependência que surgirem e sempre pensar que tudo dará certo.

 Conseguir um emprego 

Infelizmente, tô há um tempo sem trabalho fixo, somente com freelas que não cobrem as despesas. Se o Temer não sair logo, sei nem o que será de mim e dos mais de 13 milhões de desempregados no Brasil.

Solução: Continuar buscando vagas de empregos de acordo com o meu currículo, se possível um estágio em algum escritório de advocacia.

No mais, é isso, meninas! Espero que eu consiga cumprir essas três metas que só dependem de mim e da minha força de vontade. Tenho certeza de que, caso cumpridas, será o melhor presente de aniversario que ganharei! 😘

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Pra quem tu escreve?

Muito bom criar um blog, escolher o nome, layout bonitinho e, enfim, começar a divulgar nas suas redes sociais que tem post novo. Mas… Você já parou pra pensar sobre os seus artigos? Vou ser mais específico: já analisou pra quem você escreve? Pra si mesmo ou pros outros?

Recentemente, li em algum lugar que deveríamos escrever não pra nós mesmos, e sim para os nossos leitores. Não vou dizer que a tal pessoa está errada, afinal, essa foi a “receita” que ela usou pra ter muitas visitas. Contudo, pra mim não faz sentido perder tempo produzindo algo que não faça sentido pra mim mesmo; somente porque tem alguém do outro lado da tela esperando por mais um post cheio de dicas. (Isso aconteceu com o Depois dos Quinze e outros dessa mesma era, btw!).

Não sei se você já percebeu, mas… justamente por pensar somente nos leitores, muitos blogueiros acabaram perdendo a originalidade/identidade; nos posts já não vemos a personalidade de quem o escreve, sabe? Não vejo graça em posts assim, mas quem sou eu na blogosfera, né? 😎

Bom mesmo é pirar ao escrever, brincar com as palavras… Ser a gente mesmo, como se estivesse conversando com um amigo! Blogs surgiram através de textos íntimos, pessoais. Se deturparam a ideia, graças a Deus não sou um dos milhares de culpados que há na internet!

Não critico quem escreve pensando em SEO e tals, pois sei que realmente é frustrante ter posts sem views, poucos comentários, etc. Porém, mais do que pensar somente nas visitas, pense em si mesmo. “Esse posts me ajudou em algo? Ele realmente será útil pra alguém?”, se a sua resposta for sim às duas perguntas, então clique em “publicar”. Agora, se o post não te ajudou em nada (nem a se sentir mais leve ao escrevê-lo), por que suas falsas palavras iriam ajudar alguém? 😉

Não é querendo deixar você com raiva, não, mas… Posts forçados pra cumprir atualização semanal, a gente percebe de longe! Então, antes de escrever pensando nos outros, pense em você mesmo e como aquela publicação iria te ajudar, caso o papel fosse invertido. #sódica

Você não é influencer, não tem milhares de leitores, tampouco é um portal de notícias pra ficar só nas dicas. Tenho certeza de que escrevendo mais sobre ti, com certeza as pessoas irão se importar mais com seu conteúdo. Afinal, o que conquistou o leitor  não foi aquele post babado com 10 dicas sobre bla bla bla, mas sim a tua forma de escrever, teu carisma e tals.

Quantos blogs eu deixei de ler porque a pessoa ficava só postando dicas disso e daquilo, mas nunca escrevia nada sobre ela? Perdi a conta!

Vai por mim! Quando a gente é sincero com a gente mesmo, tudo fica mais tranks! 😘

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Hétero, gay, lésbica, trans… nós somos tudo gente (e iguais!)

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Vai demorar um bom tempo até eu entender a dificuldade da sociedade em aceitar. As decepções, os sonhos, desejos, as orientações sexuais, enfim, as pessoas. Se importar com o próximo é legal, até louvável. Porém, quando você invade a privacidade do outro, a coisa fica um pouquinho mais séria.

Antes de continuar o meu raciocínio, devo agradecer a uma amiga por me abrir os olhos quanto aos pré-julgamentos que cometemos diariamente. Liz, thanks por tudo! 😍

Voltando às minhas tretas… 😜

Outro dia estava numa rodinha de amigas conversando sobre gays, lésbicas, trans…. Durante o debate, euzinho (considerado descolado, mente aberta e tals) soltei um comentário bem idiota, dizendo que os bissexuais eram gays/lésbicas que não tinham coragem de se assumir, então acabavam se “rotulando” dessa forma. Como eu fui idiota. 👏👎

Depois desse debate, a minha amiga me procurou pra revelar-se bissexual. Fiquei em choque, porque ela era tão discreta, evangélica e bla bla bla. Novamente estava com pensamentos cheios de pré-conceito, sabe? Aproveitando a oportunidade, ela ainda me deu uma verdadeira aula sobre gêneros sexuais, porque, sim, eu ainda me confundo. Todo dia surge um diferente.

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De acordo com essa miga, a bissexualidade nada mais é do que o fato de sentir-se atraído por homens/mulheres/whatever, sendo que, pra ela, o desejo é ainda maior por meninas – o que não a tornaria lésbica por conta de também curtir homens. Deu pra entender?

Como uma boa pessoa educada, agradeci pelos esclarecimentos, por se revelar bi e, principalmente, por entender as minhas opniões repletas de má informação. Afinal, não é porque sou gay que devo saber a definição de cada orientação sexual. É importante ter esse conhecimento? Sim! Sou obrigado? Nopes! 😉

Na verdade, ninguém é obrigado a saber quantos e quais são os gêneros sexuais, agora aceitar… Somos mais do que obrigados! Essa deveria ser uma das regras pra se viver em sociedade: olhar pro coleguinha e vê-lo não como gay, lésbica e afins, mas sim como um ser humano que emana paz e amor. Simples assim.

Enquanto todos continuarem julgando os outros e encontrando dificuldade em aceitar a minoria “diferentona”, mais embates e debates haverão. Espero que deles surjam boas soluções pro caos que virou as questões de gêneros na sociedade. #oremos 😘

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