O gótico

Eis que numa bela manhã resolvi realizar uma faxina digital nas minhas redes sociais. Eu queria colocar na lixeira os e-mails desnecessários, excluir solicitações de amizades de quem não conheço e coisas do tipo.

Confesso que não dou muita moral pra quem me adiciona nas redes sociais. Se me seguir no Instagram, não irei stalkear; se enviar convite de amizade, no Facebook, com certeza a solicitação será ignorada (caso não tenha uma mensagem se apresentando, claro!). Sou complicado pra abrir brechas pra novas amizades… Circunstância da vida me fizeram ser assim!

Enquanto estava recusando alguns convites no Facebook, visualizei um tal de Rodrigo. Poderia ser só mais uma solicitação de amizade, se não fosse o fato de o ~belo rapaz~ ter enviado mensagem perguntando como eu estava. Como boa pessoa educada que sou, respondi afirmando que estava bem.

Continuei minha faxina digital numa boa. Porém, Rodrigo mandou mais uma mensagem dizendo que havia me visto na faculdade e me achou “interessante”.

Oi? Era isso mesmo? Aquele menino com cara de gótico-suave havia me achado “interessante”? Ai, ai. Senti cheiro de treta na hora.

Inocentemente, mandei um emoji e daí pra frente a conversa fluiu numa boa. Trocamos figurinhas de manhã, tarde, noite… Até mesmo de madrugada. A gente falava sobre a vida universitária, pessoal, divas do pop… Sobre tudo.

O papo com Rodrigo era maravilhoso e me rendia boas risadas. Momentos de descontração dos bons. Confesso que estava começando a gostar da companhia-online daquele carinha.

Durante um fim de semana, convidei Rodrigo pra ia ao parque da cidade pra nos conhecermos pessoalmente. Pasme! A gente conversou pelo Facebook durante um bom tempo, mas nunca nos esbarramos na faculdade. (Na verdade, acho que o moço se escondia de mim, porque eu estava sempre à procura dele!).

Depois de muito esforço e insistência da minha parte, Rodrigo aceitou o convite e foi ao encontro no parque. Apenas como amigos, só pra constar. Nada tava rolando entre a gente.

Quando o vi pessoalmente, me surpreendi. Ele era ainda mais incrível do que eu pensava. Não só no quesito beleza, mas no jeitinho meigo de se expressar. Rolou uma paixãozinha ali logo de cara. Amei o jeito gótico do Rodrigo. Curti o style, gosto musical, visão de mundo… Tudo! Em terra onde o sertanejo e forró prevalecem, encontrar alguém que curte punk  é ter muita sorte na vida.

O papo com o Rodrigo foi ótimo! Estávamos em sintonia e sempre nos tratando na boa, como amigos. (Eu é que imaginei um casamento ali no meio daquele parque lotado de pessoas.) Do nada, o rapaz pegou o celular e começou a me mostrar fotos dos seus amigos. Achei a atitude fofinha e a paixão só aumentou.

Contudo…

Como o destino gosta de brincar com a minha cara, Rodrigo mostrou a foto do Fernando, seu melhor amigo que era apenas o meu ex-peguete!

Tipo assim… Não gosto de misturar amizade com relacionamentos, tampouco ficar com amigos de exs. Não consigo conviver numa boa com isso. Na minha mente, eu estou fazendo algo muito errado.

Após ver a foto, inventei uma desculpa e fui embora. Pra mim não daria certo me envolver mais. E se ele fosse igual ao amigo e me abandonar no momento em que eu mais precisar? Não, não. Não queria repetir a história. Uma triste história.

De vez em quando Rodrigo me manda mensagem. Demoro um tempo pra responder no Facebook. No WhatsApp ele já foi bloqueado! Não quero contato, sabe? Não quero me envolver agora. Quero apenas me sentir seguro primeiro pra depois me envolver em aventuras do tipo.

Nem sei o que Rodrigo achou da minha pessoa… Talvez, pra ele seu posso ser apenas um loucão que sumiu do nada. E estou ok quanto a isso. Melhor mesmo saber que sou apenas um idiota do que uma pessoa que tem medo de conhecer novas pessoas, se apaixonar e, consequentemente, quebrar a cara.

Espero que o gótico-suave esteja bem, se é que “ser feliz” seja possível aos góticos.

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Thanks to you!

Ouvindo “Thanks to you”, do All Time Low

Perdi a conta de quantas vezes sonhei com ele. Foram muitas! Uma quantidade que nem dá pra mensurar. Quando ele estava por perto, trocentas vezes tive devaneios; quando ele partiu, a quantidade aumentou mais um pouco. Diminuiu com o tempo, chegando a desaparecer de vez.

Na última noite ele voltou aos meus sonhos. Dessa vez, não pude conversar, já que foi coisa rápida e no próprio devaneio a gente não estava em sintonia. O sotaque, cabelo, corpo… Tudo permanecia igual ao que conheci, ainda lá em 2014. E Wow! Já fazem 4 anos que essa paixão louca existe por aqui. Coisa de louco. Mesmo.

Sendo sincero, não sei o motivo da paixão, tampouco o porquê de cultivá-la até hoje. Tenho todos os motivos do mundo pra abandonar esse barco e seguir em frente. Porém, vira e mexe me pego em pensamentos quanto a ele/nós.

E se ele dissesse “sim!”? E se, naquela copa de 2014, a gente resolvesse ficar juntos? E se no dia em que ele dormiu na minha casa a gente resolvesse que, sim, daríamos uma chance um ao outro? E se ele não houvesse ido embora pra São Paulo? Como seria a minha vida agora ao lado dele?

De alguma forma, acho que esses benditos sonhos tentam me mostrar algo. Mas eu não consigo entender! Não agora. Ainda continuo com vendas nos olhos, me impedindo de enxergar a realidade. Parece que parei de viver em 2014, quando o conheci. Todo mundo seguiu em frente e eu estacionei naquela paixão. Naquela maldita paixão.

Ele é perfeito e eu tão babaca. Babaca, sim! Ficar 4 anos alimentando esperanças que não existem, isso é coisa de gente boba. E eu sou mesmo um bobão, daqueles que espera, espera, espera… E continua esperando.

No sonho da última noite, não lembro o que ele disse… Foi algo comum, coisa do dia a dia. Só esse fato já me despertou uma saudades do passado. De ficar conversando até tarde, de marcar rolês e arrumar motivos pra tê-lo ao meu lado. Contudo, pensar em tudo isso me traz dores. Muitas dores.

Ao lembrar das sensações boas de estar ao lado dele, me vem a mente os momentos tristes.. Quando ele disse que gostava da minha amiga, quando dei o meu último abraço e o vi pessoalmente. Dói pra caramba. Doeu mais no passado, mas ainda dói um pouco. Por aqui, as cicatrizes não se curaram. Um dia irei ficar 100% bem. Talvez.

Tenho em mente que os meus sentimentos não foram correspondidos, tampouco ele se importa comigo. Porém, sou muito grato a Deus por tudo. Esse “relacionamento” me ensinou tanto o que é amar uma pessoa de verdade.

Com todas as minhas forças, eu amei. Não fui correspondido, mas amei. Me entreguei, fiz tudo o que podia… Não deu certo, mas a vida é assim. Nem tudo é como a gente deseja.

A vida continua seguindo, eu continuo me reestruturando e procurando motivações pra deixar esse amor de lado. Mas foi intenso. Pensar em tudo isso é intenso. Enfim… Obrigado, D. Obrigado por tudo!

Eu te amo. De verdade. ❤
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Livros que estão na minha wishlist

Se quer me ver feliz, é só falar sobre livros perto de mim. Sou capaz de passar horas e horas conversando sobre. Conversando e discutindo, porque até agora não entendi o motivo do povo amar Harry Potter. #tretosa

Desde o ano passado venho catalogando todos os livros que leio e, às vezes, resenhando-os nesses sites de avaliação e tals. Pra quem não sabe, há o Skoob, GoodReads, dentre outros. O meu preferido é o Goodreads, só pra constar! . 💙💛

Atualmente, há 20 livros na aba “Para ler”, no GoodReads. A realidade é que são centenas de livros que quero ler, porém, prefiro catalogar somente aqueles que realmente preciso comprar com urgência, pois são leituras obrigatória a todos os bookaholics. 😉

Dos 20 livros da listinha do GoodReds, selecionei ~quatro~ pra este post. Com certeza eles serão os próximos que comprarei, já que a minha pilha de livros para ler está acabando. (Sim, prometi a mim mesmo que só voltaria a fazer compras literárias quando não tivesse mais nenhum em casa me esperando pra ser lido. #loucasempre)

Confira a sinopse de cada um dos livros selecionados:

1) Quinze dias, de Vitor Martins:

“Felipe está esperando o início das férias de julho, pois finalmente ele vai poder passar alguns dias longe da escola e dos colegas que o maltratam. Mas as coisas fogem um pouquinho do controle quando sua mãe informa que concordou em hospedar Caio, o vizinho do 57, por longos quinze dias, enquanto os pais dele não voltam de uma viagem.

Felipe entra em desespero porque: a) Caio foi sua primeira paixãozinha na infância (e existe uma grande possibilidade dessa paixão não ter passado até hoje) e b) Felipe coleciona uma lista infinita de inseguranças e não tem a menor ideia de como interagir com o vizinho.”

2) Fiquei com o seu número, de Sophie Kinsella:

“A jovem Poppy Wyatt está prestes a se casar com o homem perfeito e não podia estar mais feliz… Até que, numa bela tarde, ela não só perde o anel de noivado (que está na família do noivo há três gerações) como também seu celular. Mas ela acaba encontrando um telefone perdido no hotel em que está hospedada. Perfeito! Agora os funcionários podem ligar para ela quando encontrarem seu anel. Quem não gosta nada da história é o dono do celular, o executivo Sam Roxton, que não suporta a ideia de ter alguém bisbilhotando suas mensagens e sua vida pessoal. Mas, depois de alguns torpedos, Poppy e Sam acabam ficando cada vez mais próximos e ela percebe que a maior surpresa da sua vida ainda está por vir.”

3) Os 12 signos de Valentina, de Ray Tavares:

“Isadora é ariana e seu ex namorado pisciano… Inferno astral! Em busca da combinação astrológica perfeita, ela cria um blog para relatar suas experiências

Isadora descobriu da pior forma possível que o namorado a traíra. E com sua melhor amiga, ainda por cima! A estudante de jornalismo entra numa fossa sem fim. Sem nenhum estágio à vista, ela se afoga em filmes feitos para chorar, pizza e em sua mais nova obsessão: stalkear o perfil do ex-namorado no Facebook. Até descobrir exatamente o que deu errado entre ela e Lucas: seus signos são incompatíveis. Isadora une o útil ao agradável e cria um blog para relatar a experiência: Os 12 signos de Valentina. Já que precisa encontrar o libriano perfeito, por que não aproveita e experimenta os outros signos do zodíaco para ter certeza mesmo?”

4) One man guy, de Michael Barakiva

“Ethan é tudo o que Alek gostaria de ser: confiante, livre e irreverente. Apesar de estudarem na mesma escola, os dois garotos pertencem a mundos diferentes. Enquanto Ethan é descolado e tem vários amigos, Alek tem apenas uma, Becky, e convive intensamente com sua família e a comunidade armênia.

One Man Guy é uma história romântica, comovente e engraçada sobre o que acontece quando as pessoas saem de suas zonas de conforto e ajudam o outro a ver o mundo (e a si mesmo) como nunca viram antes.”

E aí, você conhece algum dos livros? Já leu? É bom? Conte-me tudo e não me esconda nada! 😘
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