“Viva: a vida é uma festa” vai te fazer chorar. E muito.

“viva: a vida é uma festa” nos mostra com sensibilidade a cultura mexicana.

No último dia 04 de janeiro estreou no Brasil a nova produção da Disney/Pixar, “Viva: a vida é uma festa”. A animação contém 1h45 de duração e nos emociona em diversos momentos, principalmente por mostrar a fragilidade do ser humano.

Se você não conhece como o celebrado o Dia dos Mortos no México, o novo filme da Disney irá explicar em detalhes a cultura dos mexicanos. Vale ressaltar que a data é diferente da nossa: no país da das comidas apimentadas, a festa é comemorada do dia 31 de outubro a 02 de novembro. Sim, você não leu errado: por lá rola festejo mesmo. 😉

“Viva: A vida é uma festa” nos mostra com sensibilidade a cultura mexicana. Naquele país, eles acreditam que, no dia dos finados, os mortos voltam à terra para visitar seus parentes… Na animação, acompanhamos a história de Miguel, um garotinho que gostava muito de cantar, mas toda a sua família é contra, pois eles não apreciavam música. E isso tem relação com o seu passado… Na verdade, com pessoas da sua família que já morreram.

“viva: a vida é uma festa” nos mostra com sensibilidade a cultura mexicana.

Miguel era fã de Ernesto De La cruz, um cantor que era muito famoso na sua terra. Ele chegou a pensar que o artista era seu tataravó… Para participar de um festival de música, o pequeno foi o seu túmulo para roubar um violão, daí a mágica aconteceu. Inesperadamente, o garotinho foi teletransportado para outra dimensão, podendo conversar com as pessoas que já morreram.

Muitas aventuras aconteceram com Miguel e os  seus parentes mortos… Teve barraco, descobertas, sonhos sendo realizados e decepções. Na outra dimensão, o garoto pode ver como os mortos voltavam à terra e apreciavam os festejos em suas homenagens. O pequeno pode também entender o porquê de a sua família ser contra a música. O motivo é bem chocante e cheio de reviravoltas, já adianto. 😉

Apesar de ser uma animação da Disney/Pixar voltada pro público infantil, é preciso que os pais tenham cuidado. Muitas crianças podem acabar criando várias perguntas sobre a existência humana. E isso não é ruim. Melhor mesmo esclarecer desde cedo a origem e desfecho de tudo.

Ao meu ver, “Viva: A vida é uma festa” é uma produção completa e cheia de sentimentalismo. Realmente mereceu o prêmio de melhor animação no último “Globo de Ouro”. Se você puder, tire um tempinho pra conhecer mais sobre a cultura mexicana e o novo filme da Disney/Pixar. Vale muito à pena, apesar de chorarmos a cada música que começa a tocar! 😭
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Analisando looks: Jerffeson Rodrigues, estudante de arquitetura

Jerffeson Rodrigues, estudante de arquitetura e urbanismo

Se tem uma coisa que adoro, são pessoas criativas que não têm medo de inovar, criar, se reinventar e compartilhar um pouco da sua vida. Este é o caso do Jerffeson Rodrigues, estudante de arquitetura tocantinense. Atualmente ele está morando lá em Campinas (SP), mas vira e mexe a gente encontra aqui no Norte. E que bom! 💞

Conheço o Jerffeson desde 2010, quando ele foi estudar na minha escola, na época do colegial. Amigas em comum nos apresentaram e pronto: a amizade começou. Mais virtual do que pessoal, vale ressaltar. Foram muitos tweets trocados e tals. Ele já teve até um blog em que eu colaborava com textos (naquela época eles eram beeeem ruins!). 😛

O Jerffeson está cursando arquitetura, é verdade, mas ele sempre teve um pé na moda, ao meu ver. Os looks compartilhados na internet são incríveis, bem criativos e as fotos com uma qualidade perfeita. Eu adoro quando tem novas fotinhos no Instagram. 💚💛

Jerffeson Rodrigues, estudante de arquitetura e urbanismo

Como definir o estilo do Jerfferson? Diria que ele é um gótico suave! 😍 Se a gente for reparar bem, cada composição tem alguma peça preta pelo meio e as edições das fotos também tem um ar super dark. Mesmo quem não curte essa vibe, com certeza deve ficar com uma invejinha. Afinal, ter bom gosto não é pra todos, néam?

Outra coisa que adoro são os chinelinhos slide que de vez em quando aparece lá no Instagram do Jefferson. Acho um charme, apesar de muita gente odiá-los. Ainda não encontrei um que caiba no meu pezinho (número 44, migs!), mas vamos continuar na fé e à procura. 🙏

E as poses intimidadoras? Amooo! O Jerffeson arrasa nelas! Confesso que sou bem ruizinho pra fazer looks, tanto é que nem faço. Acho que a pessoa tem de ser bem desinibida, segura de si mesmo. O Jerffeson é assim: solto, leve, tranquilo e feliz nas fotos. 💕

Jerffeson Rodrigues, estudante de arquitetura e urbanismo

Em resumo, a gente encontra um pouco de tudo nas produções do Jerffeson: looks blogueirinho, gótico, Tumblr, rocker, alterativo e afins. Ele é um camaleão da moda, não se prendendo somente a um estilo, e sim à roupas que valorizem sua aparência e humor. Adoro essa transparência que a pessoa transmite ao se vestir!

Não sei se as roupas do Jerffeson são de marcas, caras e tals. Sinceramente, quem se importa com isso em pleno século 21? Nessa crise, bom mesmo é economizar, pechinchar e guardar dinheirinhos. Ninguém sabe quando a casa vai cair, néam? 😉

Na internet, tu encontra o Jerffeson no:

💗 Instagram
💗 Facebook
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Resenha: “Enquanto o amor não vem”

Livro "Enquanto o amor não vem", de Iyanla Vanzant

Sem dúvida alguma, uma das coisas que as pessoas mais procuram nesta vida é um amor verdadeiro e ter a autoestima lá no alto, não se decepcionando com qualquer coisinha que aparecer no caminho. Ser assim não é impossível. Não para a escritora e coach Iyanla Vanzant, que escreveu o livro “Enquanto o amor não vem”.

Em pouco mais de 100 páginas, temos trocentas dicas de como se amar mais, procurar um relacionamento e encarar os diversos problemas da vida. “Enquanto o amor não vem” é um livro de cabeceira, que não precisa ser lido rapidamente, pois é bom ir aos poucos para absorver melhor a mensagem de cada capítulo.

Para ensinar como nos amar primeiro para depois adquirir o amor incondicional (pelo próximo), Iyanla estruturou o livro da seguinte forma:

Vivemos em uma casa cheia de andares, onde temos o porão, 1º andar, 2º e 3º. Quem não se ama de verdade, está no porão e é preciso fazer umas coisinhas para subir para o 1º andar. O que são essas coisas? Se permitindo mais, se julgando na medida certa e não jogando sobre os outros a culpa por algo que aconteceu na nossa vida.

É óbvio que não será fácil ter a autoestima lá no alto e o trabalho não será de uma hora para outra. Se fosse assim, se chamaria mágica, e não exercícios para melhorar a vida e deixar tudo mais tranquilo. Na verdade, serão necessárias muita força de vontade, dedicação, foco e, acima de tudo, um pouquinho de amor próprio.

Amor próprio, sim! 💕

Livro "Enquanto o amor não vem", de Iyanla Vanzant

Ninguém vai aparecer no nosso caminho e nos valorizar se, antes de qualquer coisas, não nos valorizamos. Funciona assim: primeiro eu me amo, segundo eu me amo e em terceiro eu me pra caralho e não preciso de ninguém para sobreviver. É opcional fazer a vida ser incrível com outra pessoa. Estar sozinho é quando você não curte a própria companhia.

Outra coisa que fica clara no livro é a necessidade da gente se apegar ao Divino/Deus durante todo o processo de aceitação e desenvolvimento da autoestima. Temos que ter fé de que o universo poderá nos ajudar nessa batalha. Quando a gente não acredita em nada, tudo fica mais difícil. E eu super acredito nisso!

Uma coisa interessante que tem no livro “Enquanto o amor não vem” são as listinhas. Em vários capítulos a gente se depara com dicas enumeradas que são fáceis de lembrar. Algumas que me recordo são:

1 – Ame a si mesmo, não importa o que te aconteça;
2 – Sinta e reconheça o que está sentindo. Se afastar para evitar a dor é pior;
3 – Expresse o que está sentindo verbalmente ou por escrito;
4 – Esclareça para si mesmo o que quer, quando e onde;
5 – Não procure ou espere que qualquer pessoa faça parte da sua vida.

E sim, indico MUITO o livro “Enquanto o amor não vem”. Algumas coisas são clichês, mas isso não desmerece o trabalho da coach Iyanla. A gente aprende também com os clichês e, ó, muitas experiências compartilhadas foram frutos de muita luta da autora. Então, melhor sabermos desde já o que pode acontecer com a gente, caso não adquiramos o tal do amor próprio. 😉

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